O desenvolvimento do Budismo através do Kung Fu Templo Zu Lai - Cotia - 13 de setembro de 2003

O DESENVOLVIMENTO DO BUDISMO POR MEIO DO KUNG FU

 Texto desenvolvido para os festejos de inauguração do TEMPLO ZU LAI e abertura oficial das primeiras aulas da UNIVERSIDADE LIVRE BUDISTA – ULB onde lecionei cultura chinesa para brasileiros, Meditação Cha´n e Shaolin Kung Fu.

 Inistituto Lohan, 13 de setembro de 2003

*Professor Luis Mello

APRESENTAÇÃO

 O objetivo deste artigo é informar o público em geral, leigos, profissionais da área de saúde, educadores, profissionais de educação física, Budistas, e estudantes da filosofia oriental a importância da prática das Artes Marciais Chinesas (Kung Fu) unida à metodologia das escolas de pensamento chinesa, principalmente o Budismo. Como as filosofias orientais influenciaram as Artes Marciais Chinesas e como as Artes Marciais Chinesas influenciaram o pensamento oriental.

Informar as pessoas a similaridade do Budismo com o Kung Fu, e alertar a importância da prática das Artes Marciais unida ao pensamento e treinamento Budista são outras metas desse artigo. Os resultados desta união são amplamente satisfatórios e práticos, a curto  e a longo prazo.

INTRODUÇÃO

 O QUE É KUNG FU?

Tal questão pode ser comparada a esta: O que é Ballet? O que é Budismo? O que é Xadrez?

O verdadeiro Kung Fu, é uma coisa especial, e assim sendo não é definida e nem rotulada. O Kung Fu real é um estado de espírito, um pensamento, uma cultura popular, uma filosofia prática, um modo de viver. Transformar seu conteúdo em palavras, é o mesmo que descrever a lua para um cego. O Kung Fu que pode ser explicado não é o Kung Fu verdadeiro. É como a definição do Tao, irrotulável. Se quiséssemos reduzir o Kung Fu ao seu menor denominador comum, ele se pareceria  como que o povo pensa que ele é – um método de defesa pessoal. E, muito embora o combate pessoal seja uma parte significaste da técnica, o Kung Fu se expandiu destes estreitos limites há milhares de anos. O principal responsável por tal transformação foi sem sombra de dúvida o Budismo.

 Foram os ocidentais que desvirtuaram a palavra Kung Fu classificando-a simplesmente como arte marcial, apenas um esporte, ou uma forma mortal de habilidade de luta. Nada poderia estar mais longe da verdade…

Kung Fu em chinês, no seu sentido original, é a habilidade, a perfeição de uma ou várias artes. Literalmente falando, homem suado, trabalho duro. Segundo os ensinamentos de Confúcio, um verdadeiro mestre de Kung Fu deve ser versado em filosofia, conhecedor da medicina interna, ter disciplina, boa conduta, harmonizar-se com o meio em que vive e finalmente ser capaz de defender a si mesmo e aos outros contra alguma espécie de ataque físico. Além disso, o Kung Fu ajuda a manter um corpo saudável, previne e cura doenças, fortalece a vontade, aumenta a concentração, controla a mente, acalma o espírito. Considerar Kung Fu apenas um meio de defesa pessoal é torná-lo falsa luz.

Contudo, o Kung Fu é chamado de Wushu pelos chineses por mais de 5.000 anos.

 ‘Não podemos nos afastar de Kung Fu, do que podemos nos afastar não é Kung Fu.”

 A essência do Kung Fu Chinês

Considerado na atualidade como um esporte nacional, o Kung Fu é uma manifestação da herança cultural da tradicional cultura milenar chinesa, que foi enriquecido através dos séculos. Com seus movimentos elegantes, efetividade em combate e efeitos curativos, o Kung Fu exerce grande atração sobre um grande número de pessoas.

Sua origem remonta a tempos pré-históricos, quando nossos antepassados usavam técnicas rudimentares de combate desarmado e instrumentos de pedra, madeira e ossos, que lhes serviam de armas contra o ataque de feras e em guerras tribais. A experiência adquirida em tais combates os ensinou a perceber que para vencer o inimigo, não bastavam armas melhores ou superioridade numérica, mas era necessário melhorar suas habilidades de combate mediante um duro treinamento nos tempos de paz.

A teoria do Kung Fu é baseada nas clássicas filosofias da China, enquanto as técnicas consistiam em várias formas de luta armada e desarmada.

 O Significado de Kung Fu/Wushu

“WuShu” significa literalmente “Arte da guerra” ou “Arte Marcial”. O caractere “Wu” significa guerra ou marcial (a palavra marcial é um conceito ocidental e vem do deus da guerra  Marte da cultura Grega). O caractere Shu Significa “arte”.

Outra maneira de designar as Artes Marciais Chinesas são os termos “Wu Gong” que significa “Trabalho Marcial” ou “Kuo Shu” que significa “Arte nacional”.

O termo mais popular “Kung Fu” ou “Gung Fu” é relativamente novo e surgiu no final do século passado e significa “Trabalho Árduo”, ou Literalmente “Homem Suado”. Tal termo foi usado pelos operários chineses que trabalhavam nas estradas de ferro nos Estados Unidos e não sabiam com traduzir a palavra Kung Fu para os americanos. No entanto na antiguidade o Kung Fu era chamado de “Quan Fa”, ou seja,  “Técnicas de Boxe”.

A FACILIDADE DE ABSORÇÃO DO BUDISMO

ATRAVÉS DA PRÁTICA DO KUNG FU

Hoje em dia as Artes Marciais Chinesas (Kung Fu) são amplamente praticadas por toda a China. Em todos os distritos, províncias e cidades da China o Kung Fu é desenvolvido como método educacional, combate e prevenção de doenças, fortalecimento do corpo e desenvolvimento esportivo.

Atualmente são catalogadas em torno de 13 mil escolas de Kung Fu pela China sendo localizadas em escolas, centros culturais, núcleos do governo, associações, escolas especializadas, clubes, academias e universidades. Em diversas escolas existem instrutores mantidos pelo governo que servem de base do ensino do Wushu para o povo chinês. As escolas de alto nível como associações, centros especializados, núcleos e universidades têm o objetivo de formar instrutores, professores, técnicos, pesquisadores estudiosos e mestres no Kung Fu.

O DESENVOLVIMENTO DO KUNG FU ATRAVÉS DO BUDISMO.

  As raízes do Kung Fu são encontradas na China primitiva, no berço de sua civilização. Sua origem coincide com a origem da acupuntura, da escrita chinesa e da filosofia Taoísta, sendo categorizado como uma das grandes heranças culturais da humanidade. Mas foi o Budismo que colocou o Kung Fu , num patamar mais elevado do que mero desenvolvimento marcial.

Das técnicas de guerra e estratégia militar, o Kung Fu evoluiu transformando-se em um dos mais sofisticados métodos de desenvolvimento humano de que a história tem notícia. Em sua prática diversas qualidades humanas podem ser identificadas. Sem sombra de dúvida, o Budismo foi o fator primordial para tal fantástico desenvolvimento.

A pratica das artes marciais sempre esteve unida à religião e filosofia oriental. Desde da antiga Índia os grandes lutadores sempre estiveram associados a movimentos filosóficos e religiosos, dando ao guerreiro oriental um perfil heróico e justo. Mas foi no ceio Budista que o Kung Fu transforma-se numa arte com bases morais e éticas.

O Kung Fu obteve sua maior evolução no interior dos mosteiros Budistas chineses onde sua prática era estimulada como meio de proteção do templo, além de desenvolver a saúde dos monges. Os templos Budistas eram locais geralmente construídos e mantidos pelo imperador e quase sempre se transformavam em centros de estudo do taoísmo, confucionismo, medicina chinesa, literatura, tradução de sutras em sânscrito além, é claro, do estudo da filosofia Budista.

Quando o Kung Fu penetra nos monastérios, ele se transforma completamente, tomando características Budistas. O treinamento do Kung Fu e influenciado pela disciplina Budista principalmente pelo Cha’n Budismo.

As práticas austeras dos monges Budistas como a prática de dias em meditação, Yöga, comportamento diário e ético, longas caminhadas, disciplina e o jejum fortaleceram o Kung Fu dando a ele métodos de disciplina mais poderosos. A disciplina militar chinesa e a disciplina Budista indiana são similares, apesar de terem objetivos diferentes. Ao unir as técnicas

marciais chinesas milenares, ao treinamento Budista, surge uma nova escola da tradicional filosofia chinesa: o artista marcial. Tudo o que conhecemos hoje de Artes Marciais modernas surgiram desse conceito.

O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ATRAVÉS DO BUDISMO

Os conceitos básicos da educação na China nasceram do Filósofo e Pensador Confúcio (Kung Fu Tzu) e seus fundamentos são aceitos até hoje por todas as correntes filosóficas do mundo. Na China as bases do ensino ainda seguem as idéias de Confúcio. O Kung Fu recebeu amplamente influenciais do Confucionismo.

O Kung Fu transmite as três principais correntes filosóficas chinesas: Budismo, Taoísmo e Confucionismo. Ao se espalhar amplamente pela China o Kung Fu assimila diversas correntes de pensamento do país, adentrando todas as camadas sociais, culturais e religiosas. As Artes Marciais Chinesas podem ser introduzidas em praticamente todos os núcleos de cultura, religião e educação da sociedade como templos, igrejas, centros culturais, centros sociais, escolas, clubes, condomínios, faculdades e universidades.

Introduzidos em tais locais o Kung Fu cumpre um papel importante na sociedade onde ele pode ao mesmo tempo desenvolver capacidades físicas, intelectuais, senso sócio/cultural, noções de caráter, comportamento, concentração e compaixão.

Profissionalmente o praticante assíduo pode ter uma carreira nos esportes (tendo em vista a aceitação do Kung Fu nos Jogos Olímpicos de Pequim 2008), pode se tornar instrutor da arte, conselheiro esportivo, atuar em qualquer área que desenvolva expressão corporal ou até mesmo na área de segurança.

Com a doutrina Budista unida ao Kung Fu o praticante pode modificar seu modo de vida a partir dos conceitos básicos de Dharma e Tao assimilados durante a aula de Kung Fu, desenvolvendo assim noções de compaixão, concentração e ética.

O Budismo influenciou todas as manifestações, culturais, religiosas, filosóficas, artísticas e sociais do oriente.

Sua manifestação pode ser encontrada na Índia, Sirilanka, Afeganistão, Tibete, Mongólia, Tailândia, Coréia, Vietnã,  Birmânia,  Japão e China.

COMO INTRODUZIR  O BUDISMO NA SOCIEDADE ATRAVÉS DO KUNG FU

 

 JOVENS E CRIANÇAS

 

Hoje em dia na China os jovens iniciam o treinamento do Kung Fu aos seis anos. Os pais desejam que seus filhos se tornem mais disciplinados, concentrados, fisicamente fortalecidos e intelectualmente estimulados.

O Kung Fu desenvolve um senso de responsabilidade no praticante que nenhum outro esporte poderia apresentar. Tais vantagens provem dos pensamentos filosóficos chineses, principalmente do Budismo. Nos jovens o Kung Fu desenvolve qualidades cognitivas e físicas que são praticadas em junção.

As qualidades cognitivas são disciplina em grupo, cooperação, confiança no professor, respeito aos mais velhos, benevolência aos mais novos, companheirismo, respeito, focalização e confiança. Fisicamente o Kung Fu desenvolve aos jovens, coordenação motora, a descoberta de novas capacidades, desenvolvimento muscular, postura correta, crescimento saudável e resistência.

Para o praticante jovem o Kung Fu proporciona qualidades que o acompanharão até as idades avançadas, transformando assim seu crescimento até a idade adulta. O jovem praticante obtém um amplo aperfeiçoamento de suas habilidades físicas e mentais e quando a prática do Budismo é adicionada ao treinamento, ele se desenvolve com noções de compaixão e

benevolência, evitando que o jovem desenvolva uma competitividade nociva.

ADULTOS

Nos praticantes adultos o desenvolvimento do Kung Fu unido ao Budismo pode proporcionar inúmeras qualidades ao indivíduo. Nos adultos o Kung Fu também pode influenciar tanto nos aspectos físicos

quanto nos aspectos cognitivos. Fisicamente o praticante adulto adquire maior autoconfiança, fortalecimento muscular, flexibilidade, previne e cura doenças, aumenta a capacidade cardiovascular e aeróbica além de desenvolver uma inigualável defesa pessoal. Mentalmente o adulto desenvolve caráter, humildade, responsabilidade, concentração, consciência e autodisciplina.

Tais práticas unidas ao Budismo desenvolvem no praticante adulto noções de

Karma, maior consciência cósmica, responsabilidade social, integração aos fundamentos Budistas e união com a natureza além de estimular a prática das técnicas de meditação e disciplina .

TERCEIRA IDADE

 Os praticantes velhos desenvolvem resistência física, imunidade às doenças, fortalece os ossos, oxigena o cérebro, mantém a coordenação motora e a flexibilidade, clareza mental, consciência corporal, facilita a respiração e estimula a concentração. A prática do Kung Fu na terceira idade evita e cura doenças características dessa fase como, artrite, artrose, osteoporose, esclerose-múltipla, escoliose, problemas de postura, ataque cardíaco e demais complicações. Com as noções Budistas o praticante da terceira idade pode envelhecer com mais tranqüilidade, tendo consciência das noções de Karma e reencarnação.

DESENVOLVENDO O BUDISMO ATRAVÉS DO KUNG FU

Paralelamente aos treinos e prática do Kung Fu o aluno assimila gradativamente os conceitos Budistas. No início , além de se desenvolver fisicamente o aluno aprende a ter disciplina, focalização, resistência, cooperação e gratidão. Mais tarde tais qualidades se transformam em qualidades como compaixão, benevolência, concentração, meditação, ética e moral, respeito com o adversário resultando no conhecimento de conceitos de Karma e Dharma, Cinco preceitos, As Quatro Nobres Verdades, o Caminho Òctuplo e Impermanência. O desenvolvimento Budista unido às práticas das Artes Marciais Chinesas proporciona ao indivíduo um desenvolvimento integral entre corpo e mente, levando em considerarão que o Budismo tem suas práticas corporais e o Kung Fu tem suas práticas mentais.

 ***Sobre o professor Luis Mello

O Professor Luis Mello iniciou a prática do Kung Fu aos 11 anos com os estilos Shaolin, Hung Gar e Wing Chun. Mais tarde praticou o Muay Thai (Boxe Tailândes) e se especializou em diversos outros estilos de Kung Fu. Estudou Medicina Chinesa como Acupuntura, Massagem,  Moxa e Chi Kung terapêutico. Tornou-se especialista do Chi Kung Marcial, sendo referência nacional na área. Participou de diversos campeonatos tornando-se Tri-campeão Paulista e Tri-campeão brasileiro de Kun Fu.

Estuda o Budismo Zen a doze anos, além de  conceitos de Taoísmo e de Confucionismo.

É instrutor de Tai Chi Chuan estilos Chen e Yang. Reconhecido pelo Conselho Regional de Educação Física (CREF) e Conselho Nacional de Educação Física(CONFEF). Ë Arbitro e conselheiro da Federação Paulista de Kung Fu e pós-graduado em Educação Física na FMU.

Atualmente estuda Caligrafia e Pintura Chinesas na USP, realiza pesquisas e cursos especiais de Artes Marciais Chinesas.

Templo Zu Lai – Cotia – 13 de setembro de 2003

MESTRA SINCERIDADE

       

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Eu ensino a trabalhar, lutar e comer. Podemos rir e chorar juntos. Eu não serei seu guia espiritual! Há 20 anos ensino Kung Fu, Budismo e Cultura Chinesa aos brasileiros. Junte-se a mim nesta jornada!

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